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Aceleração de projetos de tecnologia no setor financeiro: como ampliar as entregas?
PorRTM
Pessoas acessando informações financeiras no computador

Para instituições financeiras, planejar investimentos em tecnologia é apenas uma parte do desafio. A outra, cada vez mais estratégica, é garantir capacidade de execução para transformar prioridades em entregas concretas. 

Lideranças de tecnologia, produto, inovação e operações precisam equilibrar iniciativas de modernização, evolução de produtos digitais, adequações regulatórias e sustentação dos sistemas existentes, especialmente no fim do ano, quando há o planejamento para compor o roadmap do próximo ciclo. Tudo isso em um ambiente no qual velocidade e confiabilidade devem caminhar juntas. 

Nesse cenário, uma pergunta se torna fundamental:  

A estrutura atual da organização é suficiente para executar tudo o que precisa ser entregue? 

A questão ganha relevância à medida que os investimentos em tecnologia crescem e a agenda de transformação se torna mais complexa. A Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026, realizada pela Deloitte, mostra que o orçamento de tecnologia dos bancos brasileiros chegou à previsão de R$ 50,4 bilhões, um crescimento acumulado de 58% em cinco anos. Cibersegurança, cloud, inteligência artificial e GenAI estão entre as principais prioridades. 

Mais investimento, porém, também significa mais iniciativas para executar — e maior necessidade de profissionais e competências capazes de transformar esses recursos em resultados. 

O desafio da aceleração de projetos de tecnologia 

A transformação tecnológica do setor financeiro ampliou a quantidade e a complexidade das iniciativas que precisam ser conduzidas simultaneamente. 

Modernização de sistemas, evolução de canais digitais, cloud, inteligência artificial, automação, Open Finance, Pix e segurança exigem diferentes competências técnicas e, muitas vezes, envolvem múltiplas áreas da organização. 

A própria Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026 mostra esse movimento: 42% dos bancos consultados pretendem ampliar o número de profissionais de TI, com crescimento médio de 22% nessas equipes. O levantamento também aponta que desenvolvedores de software, engenheiros de IA, engenheiros de dados, arquitetos corporativos e profissionais de DevOps estão entre os perfis mais demandados. 

Esse cenário ajuda a explicar um dos principais desafios enfrentados pelas instituições: ter projetos prioritários não significa necessariamente ter capacidade disponível para executá-los no ritmo necessário. 

Entre os fatores que podem pressionar essa capacidade estão: 

  • Backlogs crescentes; 
  • dificuldade de encontrar profissionais especializados; 
  • sobrecarga das equipes internas; 
  • dependência entre diferentes áreas e fornecedores; 
  • necessidade de atualização constante de competências; 
  • aumento dos requisitos de segurança e conformidade; 
  • pressão por entregas mais rápidas sem comprometer a operação. 

O resultado é um descompasso entre a quantidade de iniciativas estratégicas e a capacidade disponível para colocá-las em prática. 

Mais projetos exigem mais capacidade de execução 

A necessidade de ampliar a capacidade tecnológica não significa, necessariamente, aumentar a estrutura fixa da organização. 

A contratação de profissionais em tempo integral pode ser adequada para necessidades permanentes. Mas projetos específicos, picos de demanda ou iniciativas que exigem competências especializadas podem demandar outra abordagem. 

Processos de recrutamento e integração levam tempo. Além disso, determinadas competências podem ser necessárias durante uma fase específica de um projeto, sem justificar uma expansão permanente da estrutura. 

É nesse contexto que modelos de contratação de squad sob demanda podem contribuir para ampliar a capacidade de execução de maneira mais flexível. 

O objetivo não é simplesmente adicionar profissionais. É disponibilizar, de acordo com a necessidade do projeto, uma combinação de competências capaz de atuar sobre uma determinada frente de trabalho. 

Essa lógica também aparece em análises sobre produtividade tecnológica no setor bancário. A McKinsey destaca que instituições financeiras podem aumentar a produtividade de suas equipes de engenharia sem necessariamente ampliar os orçamentos de TI, desde que revejam a composição de talentos, funções e formas de trabalho. 

Como acelerar projetos de tecnologia em ambientes regulados? 

No setor financeiro, velocidade não pode ser dissociada de segurança, governança e conformidade. 

Projetos relacionados a pagamentos, crédito, investimentos, dados, Open Finance ou sistemas críticos precisam considerar requisitos que vão muito além do desenvolvimento da solução. 

Segurança da informação, rastreabilidade, controles, continuidade operacional, arquitetura e requisitos regulatórios precisam fazer parte da execução desde o início. 

A pressão por inovação torna esse equilíbrio ainda mais importante. Na Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026, 100% dos bancos participantes classificaram a cibersegurança como uma prioridade de relevância alta ou média. Cloud e GenAI também aparecem como temas protagonistas nos investimentos tecnológicos do setor. 

Outro levantamento reforça a dimensão desse desafio. Na pesquisa Global Digital Trust Insights 2026, da PwC, 74% das organizações de banking e capital markets afirmaram que pretendiam aumentar seus orçamentos de cibersegurança. O estudo também aponta cloud, ameaças relacionadas à inteligência artificial e riscos de terceiros entre os desafios que exigem maior atenção das instituições. 

Por isso, acelerar projetos de tecnologia não significa apenas colocar mais pessoas em uma iniciativa. 

Significa combinar capacidade técnica, conhecimento do negócio, segurança e governança para aumentar a velocidade de entrega sem ampliar proporcionalmente os riscos. 

Como dar conta do backlog de TI sem comprometer novas iniciativas? 

O backlog de tecnologia não é necessariamente um problema. Ele pode representar a própria evolução do negócio: novas demandas, melhorias de produtos, adequações regulatórias, oportunidades de inovação e necessidades de modernização. 

O desafio surge quando a capacidade disponível não acompanha o volume de iniciativas. 

Equipes internas precisam, simultaneamente, manter sistemas existentes, atender demandas operacionais, implementar mudanças regulatórias e desenvolver novas soluções. Quando todas essas prioridades competem pelos mesmos profissionais, projetos estratégicos podem levar mais tempo para avançar. 

Uma alternativa é criar capacidade adicional para determinadas frentes, mantendo o conhecimento crítico do negócio dentro da organização. 

É nesse ponto que a contratação de squads de tecnologia pode assumir um papel estratégico. 

Em vez de ampliar permanentemente a estrutura, a instituição pode contar com uma equipe multidisciplinar direcionada a uma iniciativa, produto ou objetivo específico. 

Squad as a Service: uma alternativa para ampliar a capacidade de desenvolvimento 

O Squad as a Service combina profissionais de diferentes especialidades em uma estrutura dedicada a um objetivo de negócio ou projeto. 

Dependendo da necessidade, um squad de tecnologia pode reunir competências como desenvolvimento, arquitetura, produto, qualidade, DevOps, dados e outras especialidades necessárias para a execução da iniciativa. 

A principal diferença em relação a uma simples alocação de profissionais está na lógica de composição da equipe. 

O foco não está apenas em disponibilizar pessoas, mas em ampliar a capacidade de execução necessária para que um projeto avance. 

Para instituições financeiras, essa composição ganha uma dimensão adicional: a experiência com ambientes regulados, requisitos de segurança, sistemas críticos e particularidades do mercado pode reduzir a curva de aprendizado e facilitar a integração da equipe à realidade do projeto. 

A Deloitte também aponta que bancos estão revendo estratégias de talentos e relações com terceiros diante das mudanças na engenharia de software, destacando a necessidade de novas abordagens para acompanhar a transformação tecnológica do setor. 

Quais são os benefícios de um squad de tecnologia? 

A contratação de squad pode ser especialmente relevante quando a organização precisa aumentar sua capacidade de execução sem transformar uma demanda pontual em uma expansão permanente da estrutura. 

Entre os principais benefícios estão: 

Maior capacidade de execução 

Um squad dedicado permite adicionar capacidade a uma frente específica, ajudando a acelerar iniciativas prioritárias sem sobrecarregar as equipes responsáveis pela operação. 

Mais agilidade para iniciar projetos 

Ao contar com uma equipe já estruturada, a organização pode reduzir etapas associadas à formação de uma equipe interna exclusivamente para aquela iniciativa. 

Acesso a competências especializadas 

Um squad pode reunir diferentes especialidades técnicas em uma mesma estrutura, facilitando a atuação em projetos que exigem conhecimentos complementares. 

Escalabilidade 

A capacidade de execução pode ser ajustada de acordo com a dimensão, etapa e complexidade do projeto. 

Conhecimento do setor financeiro 

Em ambientes regulados, a experiência com as particularidades do mercado financeiro pode contribuir para uma execução mais alinhada aos requisitos técnicos, operacionais e regulatórios da instituição. 

Mais foco para as equipes internas 

Com uma estrutura adicional dedicada a determinadas iniciativas, os times internos podem preservar o foco em atividades estratégicas, sustentação do negócio e prioridades que dependem diretamente do conhecimento da organização. 

Por que a contratação de squads de tecnologia pode fazer parte da estratégia de execução? 

A discussão sobre capacidade tecnológica deixou de ser apenas uma questão de dimensionamento de equipes. Ela passou a fazer parte da própria estratégia de transformação das instituições financeiras. 

A Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026 mostra que o setor segue ampliando seus investimentos e, ao mesmo tempo, fortalecendo a contratação e a capacitação de profissionais especializados. O levantamento aponta que 42% dos bancos pretendem aumentar suas equipes de TI, enquanto 70% já possuem ou estão desenvolvendo estratégias de requalificação profissional. 

Isso mostra que o desafio não está apenas em investir mais em tecnologia. Está também em ter as competências necessárias para transformar investimento em execução e resultado. 

Nesse contexto, a contratação de squads de tecnologia pode complementar a estrutura existente e oferecer capacidade adicional para projetos que precisam avançar sem comprometer as demais prioridades da organização. 

Planejamento e execução precisam caminhar juntos 

Definir prioridades, aprovar investimentos e construir um roadmap são etapas fundamentais. Mas a capacidade de execução precisa fazer parte dessa equação desde o planejamento. 

Antes de iniciar uma iniciativa, vale avaliar: 

  • Quais competências serão necessárias? 
  • A equipe atual possui capacidade disponível? 
  • Quais projetos podem concorrer pelos mesmos profissionais? 
  • Quanto tempo seria necessário para formar uma equipe internamente? 
  • Quais requisitos de segurança, governança e conformidade precisam ser considerados? 
  • A necessidade de capacidade adicional é permanente ou está relacionada a um projeto específico? 

Responder a essas perguntas ajuda a identificar quando uma equipe de tecnologia sob demanda ou um Squad as a Service pode ser uma alternativa adequada. 

Afinal, o sucesso de uma estratégia tecnológica não depende apenas de quais projetos são priorizados. Depende também da capacidade de executá-los. 

E, em um setor no qual tecnologia, segurança, regulação e velocidade estão cada vez mais conectadas, ampliar essa capacidade de forma estratégica pode fazer a diferença entre ter um roadmap bem planejado e conseguir transformá-lo em resultados concretos. 

Squad as a Service da RTM: capacidade para transformar planejamento em entrega 

Para instituições financeiras que precisam acelerar projetos de tecnologia sem ampliar permanentemente sua estrutura, o Squad as a Service da RTM oferece times de desenvolvimento sob medida, formados de acordo com o escopo, a complexidade e os objetivos de cada projeto.  

Com experiência no ecossistema financeiro e em operações críticas, os squads combinam conhecimento técnico e de negócio para apoiar a criação, evolução e integração de soluções, com flexibilidade de atuação e foco em segurança, qualidade e resultado.  

A RTM também oferece modelos de atuação com contratação de profissionais específicos ou gestão completa dos times, além da possibilidade de integrar competências especializadas em temas como tokenização, Open Finance, inteligência artificial e analytics. Assim, sua instituição amplia a capacidade de execução e dá mais velocidade a projetos prioritários, contando com uma equipe preparada para os desafios específicos do mercado financeiro.  

Conheça o Squad as a Service da RTM e descubra como transformar suas demandas de tecnologia em entregas. 

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